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 Economia Solidária.

O que é a Economia solidária? A definição do Ministério do trabalho e emprego para economia solidária:

(...) é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem. (...) compreende-se por economia solidária o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob a forma de autogestão.

 A economia solidária enquanto movimento constituído e principalmente no ambito do poder público é recente. Geralmente programas assim surgem apartir de demandas de movimentos e não foi diferente com a economia solidária.

O FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária) foi fruto de um processo histórico que no I Forum Social Mundial reuniu 1.500 pessoas para discutir a “Economia Popular Solidária e Autogestão” .A partir deste momento constutuiu-se um GT-Brasileiro (Grupo de Trabalho) composto de redes de organizações com bases associativas: rurais, urbanas, estudantis, sindicais, etc...Esse Gt buscou a construção de uma identidade do campo da “Economia Solidária”, e conseguiu atravpés das práticas de respeito às contribuições de cada região com suas especificidades. Investiu na divulgação das suas atividades. Mas, faltava uma política pública nacional de Economia Solidária. No final de 2002 com a vitória do Governo Lula , o GT , com aprocvação na I Plenária de Brasileira de Economia Solidária, encaminhou uma carta ao governo: “Economia solidária como estratégia Política de Desenvolvimento”, um documento de interlocução que apresentava as diretrizes gerais da economia solídária e reivindocava a criação da Secretaria Nacional da Economia Solídária.   

Em janeiro de 2003 aconteceu a II Plenária durante o FSM aberta pelo GT-Brasileiro com a assessoria de Paul Singere que legitimou esse GT como promotor do processao de mobilização da Economia Solidária. Logo após este acontecimento,  o Governo Federal cria a Secretaria Nacional  de Economia Solidária (SENAES) que está implementando o Programa Economia solidária em Desenvolvimento, “sua finalidade é promover o o fortalecimento e a divulgação da economia solidária mediante políticas integradas visando o desenvolvimento por meio da geração de trabalho e renda com inclusão social. 

Em junho do mesmo ano aconteceu a III Plenária que mobilizou 17 estados e contou com a participação de 900 pessoas de todo o país. Esse evento marcou a criação definitiva do Forum Brasileiro de Economia Solidária. E a principal incubencia desta forum agora legitimanente constituido era de mobilizar as bases da Economia solidária pelo país em torno da carta de Principios  e da plataforma de lutas  aprovadas pela plenária.  Foi iniciado um processo de Interlocução do FBES com a SENAES. Apartir deste evento, ainda, houve o desencadeamento da criação dos Foruns Estaduais . 

Em 2004, aconteceu o I Encontro  Nacional de Empreendimentos  de Economia Solidária com a presença de trabalahdores/as de todos os estados. 
 

 Neste processo, a Economia Solidária foi desafiada a gerir abastecimento, comercialização, trabalhar com moeda social, promover rodadas de negócio, realizar feiras em todos os estados, fazer campanha de consumo consciente, comércio justo e solidário, constituir redes, cadeias produtivas, finanças solidárias, trabalhar no campo do marco legal (especialmente: lei geral do cooperativismo e cooperativa de trabalho).   

Após as Conferencias Estaduais em 2006, realizou-se a I Conferência Nacional de Economia Solidária, em Brasília, onde foram discutidas as resoluções voltadas ao Conselho Nacional de Economia Solidária e propostas para políticas públicas para a Economia Solidária. Para melhor organização e Funcionamento integram o FBES três segmentos do campo da Economia solidária:  

1-Empreendimentos Econômicos Solidários
–são organizações que se caracterizam por serem: 

·         
Coletivas: suprafamiliares, singulares e complexas, como associações, cooperativas, grupos produtivos... 

·          Seus participantes são trabalhadores rurais ou urbanos que exercem uma gestão e alocação de resultados coletiva;

·         
São organizações permanentes com atividades econômicas definidas; 

·         
Não necessariamente precisam ter um registro legal, mas uma existência real; 

·         
Realizam como atividades: produção de bens, prestação de serviços de crédito, de comercialização e de consumo solidário e consciente; 

2-Entidades de assesoria e /ou fomento
– São organizações que desenvolvem ações nas várias modalidades de apoio direto junto aos empreendedores solidários , tais como : capacitação , assessoria, incubação, pesquisa, assistência técnica, fomento a crédito.. 

3-Gestores públicos
– são aqueles que elaboram, executam, implementam políticas de economia solidária de prefeituras e governos estaduais; 

Para obter maiores informações sobre o tema Economia solidária, sobre as formas de organização e articulação dos Fóruns; sobre as políticas públicas ligadas à Economia Solidária, sobre a agenda dos movimentos, notícias, boletins, etc...Acesse os sites:

 

 

 

Para quem quer conhecer mais sobre a Economia Solidária, inclusive tocar idéias com os atores deste movimento, há um convite:  

 

11ª Feira Estadual de Economia Popular do Rio Grande do Sul
28 de setembro a 03 de outubro de 2009.
Largo Glênio Peres –em frente ao Mercado Público em Porto Alegre

Feira de artesanato, agroindústria, confecção, praça de alimentação, todos segmentos ligados à economia solidária






Tendo presente o Carisma e Missão da Congregação e o compromisso solidário cristão, é importante reassumirmos sempre de novo a opção de continuar ajudando aos menos favorecidos como contribuição na mudança social. Nosso Carisma nasceu a partir de uma realidade concreta de exclusão social, ou seja, pessoas com necessidades especiais e que o Governo não contemplava em suas políticas sociais. Atualmente, diante das mudanças econômicas e sociais, vemos aumentar as situações de vulnerabilidade social da população, que nos desafiam a dar respostas concretas e atualizadas, como contra partida ao Estado, para sermos fiéis ao Carisma inicial da Congregação. Os projetos são pontes entre uma necessidade concreta da realidade social e a Missão da Congregação, que visa uma transformação da pessoa na sua globalidade. Estas são as razões primeiras pelas quais a Congregação implementou ,em 2007, trinta e um Projetos Sociais, subsidiando-os pela Entidade Civil – Associação Cruzeiras de São Francisco. 


Projetos Sociais 2009 Por quê Projetos Sociais?

 
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