No sábado dia 2 de maio pela manhã tivemos a live com Frei Aldir Crocolli (OFMCap) sobre os 800 anos da Páscoa de São Francisco. Um espaço formativo proporcionado pela equipe de formação da Congregação para todas as Irmãs. Aqui em Porto Alegre participaram presencialmente as Irmãs dos 60 + que estavam no seu encontro anual e parte das Irmãs da equipe de formação. As demais se uniram virtualmente.
“QUANDO A MORTE SE TORNA IRMÔ –
“A morte é” um acontecimento natural, porém percebido como profundamente antinatural devido ao desejo de eternidade presente em todo o coração humano. É natural, porque todo o ser vivo na terra morre. E é antinatural, porque o desejo de vida e de eternidade sentidos em nós e nas pessoas amadas nos fazem ver a morte como condenação, um contrassenso”, diz o Papa Leão XIV.
Para nós cristãos a morte é uma passagem- Por outro lado, temos perdas biológicas e afetivas que constituem o nosso mundo provisório e nos prendem nele, aos poucos é preciso romper com este modo para estar aberto a uma profunda comunhão com o espaço transcendental, e ir tornando a morte nossa Irmã.
Francisco fez, voluntariamente, um longo e profundo processo de perdas (mortes), por isso a morte nada mais tinha a lhe “roubar” (Leclerc).
“Como em vida não quis outra coisa senão SEGUIR OS PASSOS DE JESUS CRISTO, ele só poderia viver a morte à semelhança de Jesus Cristo”.
Cada um morre como vive!!! Francisco morreu como outro Cristo. Aquilo que aspirava profundamente no seu coração a morte lhe ofereceu. Por isso foi desejada e vista como irmã.
“Francisco desperta em nós a saudade daquilo que deveríamos ser” (D. Fr. Ângelo D. Salvador, 1976).
Colaboração: Equipe de Comunicação RB











